É uma mistura de ciência de alto risco, maravilhas de engenharia e um traço de curiosidade cósmica.

Por que provar um asteroide?

A missão visava aprofundar nossa compreensão da formação planetária, a origem dos orgânicos e da água e asteroides potencialmente perigosos.

De acordo com o administrador da NASA Bill Nelson, a missão nos ajudará a entender melhor asteroides como Bennu que poderiam representar uma ameaça à Terra.

Como o asteroide foi amostrado?

Lançada em 8 de setembro de 2016, a espaçonave chegou a Bennu em 3 de dezembro de 2018. A equipe passou entre 2019 e 2020 procurando por um local seguro de coleta de amostras.

A amostra foi finalmente coletada em 20 de outubro de 2020, e a jornada de retorno começou em 10 de maio de 2021.

O desembarque

A cápsula fez sua grande entrada no Departamento de Defesa de Utah Teste e Faixa de Treinamento em 24 de setembro de 2023.

Em 90 minutos, helicópteros o transportaram para uma sala limpa temporária. A cápsula foi então conectada a um fluxo contínuo de nitrogênio para manter a amostra pura.

cápsula aterrando em um asteróide

A Amostra

A cápsula trouxe de volta uma estimativa de 8,8 onças (250 gramas) de material de asteróide. Esta amostra será enviada para o Johnson Space Center da NASA em Houston.

Os cientistas lá desmontarão o recipiente, pesarão a amostra e criarão um inventário das rochas e poeira. Com o tempo, pedaços de Bennu serão distribuídos para cientistas em todo o mundo para análise.

Papel do nitrogênio

O nitrogênio foi usado para garantir a pureza da amostra. Conhecido como "purga de nitrogênio", esse processo mantém os contaminantes terrestres, tornando a amostra ideal para análises científicas.

Trabalho em equipe

Esta missão foi um esforço maciço envolvendo centenas de pessoas que dirigiram remotamente a jornada da nave espacial. Dante Lauretta, o investigador principal da OSIRIS-REx, chamou a missão de "um triunfo da engenhosidade colaborativa".

O que vem a seguir?

A nave OSIRIS-REx está agora fora para explorar outro asteróide, Apophis, que terá um voo rasante próximo em 2029. A missão está longe de terminar; é apenas o início de outro capítulo emocionante.

Conclusão

A missão OSIRIS-REx é uma conquista monumental que não só avança a nossa compreensão do universo, mas também tem aplicações no mundo real, como a avaliação do nível de ameaça de asteróides potencialmente perigosos.